A maior parte das vendas não se perde no preço. Se perde no esquecimento: a mensagem que ninguém respondeu, o orçamento sem retorno, o cliente que sumiu e não foi procurado. A Beriva cuida disso sozinha.
Quero organizar minhas vendasNão falta cliente. Falta processo. Veja quantos desses você reconhece na sua operação.
Chegou no meio do atendimento e ninguém viu. O cliente não cobra: ele procura outro e você nem fica sabendo.
A maioria das vendas precisa de cinco contatos. Quase ninguém passa do segundo, porque depende de alguém lembrar.
Agenda num lugar, WhatsApp em outro, planilha num terceiro. Horas por dia só alternando entre telas.
Quantos orçamentos estão parados agora? Quem está a um empurrão de fechar? Sem funil, ninguém sabe.
A mensagem que chega à noite ou no domingo espera até segunda. Boa parte dessas pessoas não espera.
Se quem atende falta ou sai, o processo para junto e nada fica registrado. O histórico vai embora com ela.
Três pessoas no mesmo número, etiqueta colorida no lugar de funil e ninguém sabe quem está falando com quem. Duas respondem o mesmo cliente, ou as duas acham que a outra vai responder e ninguém responde.
Sem responsável definido por contato, o cliente cai no vão entre uma pessoa e outra. Quando alguém percebe, ele já comprou em outro lugar.
Tudo num lugar só, com o acompanhamento rodando sem depender de ninguém lembrar.
WhatsApp, Instagram Direct, e-mail e ligações no mesmo lugar, com o histórico dentro da ficha de cada cliente. Quem atender amanhã sabe tudo que foi falado ontem.
O sistema acompanha quem não respondeu, no ritmo certo, sem parecer robô e sem incomodar. Você configura uma vez e ele faz sempre.
Cada cliente numa etapa. Bate o olho e sabe quem está pronto para fechar, quem esfriou e quanto está parado em orçamento.
Responde, qualifica, tira dúvida e marca na agenda. Entende áudio, imagem e documento, do jeito que o cliente manda. Trabalha de madrugada, no fim de semana e enquanto você atende outra pessoa.
É um software completo, com aplicativo no celular e tudo registrado.
O que é marcado na conversa cai direto na agenda, com lembrete automático antes.
Toda ligação fica na ficha do cliente, com gravação e resumo do que foi tratado.
Você acompanha e responde de onde estiver, sem depender do computador.
Você monta a lista no CRM — quem faltou, quem sumiu, quem pediu orçamento e não voltou — e o sistema disca. Uma atrás da outra, sem parar entre uma e outra.
Todo mundo sabe que a equipe não registra depois da ligação. Aqui a gravação vira resumo e entra na ficha sozinha, com o que foi combinado e o próximo passo.
Se quem atendeu sair da empresa, o que ele conversou continua registrado. O próximo abre a ficha e sabe exatamente onde a conversa parou.
No follow-up de daqui a três semanas, ele já sabe que o cliente pediu para dividir em etapas e que o retorno ficou para outubro. Ninguém recomeça do zero.
Um CRM só é bom na medida do que está registrado dentro dele. Quando o registro depende de disciplina humana, ele falha — não por má vontade, mas porque no fim do dia ninguém lembra de anotar as onze ligações que fez. Com o registro automático, a memória da operação passa a existir de verdade — e é dela que o agente se alimenta para conduzir cada conversa seguinte.
Ninguém escreve mensagem bem formatada no WhatsApp. Manda áudio de dois minutos, foto do exame, print de outro orçamento. Um agente que só lê texto trava aí.
O paciente manda um áudio explicando o que está sentindo. O agente ouve, entende e responde sobre aquilo — sem pedir para a pessoa "escrever, por favor".
Foto de um exame, print de uma conversa, imagem de um produto ou de um ambiente. O agente olha e usa aquilo na resposta.
PDF de resultado, proposta de concorrente, planta, contrato. O agente lê o arquivo e responde com base no conteúdo.
Este é o mesmo tipo de agente que responderia os seus clientes. Faça a pergunta mais difícil que conseguir, mande um áudio, mande uma foto. Tente derrubá-lo. É assim que você vai saber se funciona no seu negócio.
Conversar com o agente BerivaVocê já usa ChatGPT, Claude ou Gemini no telefone. A gente conecta o seu CRM a esse aplicativo. A partir daí, você pergunta e manda fazer — por escrito ou falando.
"Como foi a semana?" · "Quantos orçamentos estão parados?" · "Quem faltou este mês e não remarcou?" · "Qual foi o motivo mais comum de desistência?"
Você fala e ele executa: responder um cliente, mover um card, criar tarefa, disparar e-mail, agendar retorno. Sem abrir o computador e sem digitar.
Peça um resumo do que a equipe conversou na semana e receba de volta o que travou, quem está perto de fechar e onde o atendimento está falhando.
Dono de clínica não fica sentado no CRM. Ele está entre um atendimento e outro, no carro, em casa à noite. Abrir sistema, filtrar relatório e cruzar informação não acontece — e por isso a gestão vira achismo. Perguntando por voz no aplicativo que você já tem no bolso, a resposta vem em segundos, e a decisão acontece na hora em que ainda dá para mudar o resultado.
Funciona com o assistente que você preferir — ChatGPT, Claude ou Gemini. A gente instala a conexão no primeiro mês e ensina a usar no portal educacional.
Essa é a primeira pergunta de quem já tem um software rodando — e a resposta é não. A Beriva conversa com o que você já tem.
Se a sua clínica usa um sistema próprio de agenda ou prontuário, a conexão é feita por API. O que é marcado na conversa aparece lá, sem ninguém digitar duas vezes.
Ordem de serviço, orçamento, controle de obra, estoque. Se o seu sistema tem API, dá para puxar e devolver informação nos dois sentidos.
Nem todo mundo tem sistema, e tudo bem. Base em planilha, agenda de papel digitalizada ou exportação de outro CRM: a gente importa e organiza.
No primeiro mês a gente olha o que você já usa e verifica se existe API disponível. Havendo, a integração básica entra no plano. Casos mais complexos — sistema fechado, API limitada, fluxo específico do seu negócio — viram desenvolvimento à parte, com escopo e preço combinados antes de começar. O que nunca acontece é você ser obrigado a abandonar uma ferramenta que funciona.
Não é falta de vontade dele. É que ninguém na sua equipe tem tempo de pedir, e quando pede, pede para quem lembrou de pedir. O sistema pede para todos, sempre, na hora certa.
Alguns dias depois do atendimento, o agente pergunta pelo WhatsApp como foi a experiência. Uma pergunta simples, escrita como gente escreve. Todo cliente recebe — não é amostra, não é quem alguém lembrou.
Se a resposta indica insatisfação, o agente não insiste em avaliação nenhuma. Ele acolhe, registra o motivo na ficha e abre um alerta para uma pessoa de verdade retornar. Você fica sabendo da reclamação antes do Google — e ainda dá tempo de resolver.
Satisfeito, o agente agradece e manda o link direto da sua ficha do Google — um toque e a avaliação está escrita. É esse intervalo, entre o elogio e o link, que faz a diferença. Pedido no dia seguinte por e-mail ninguém responde.
Cada avaliação nova é respondida pelo agente com o tom da sua empresa, citando o que a pessoa escreveu — nunca aquele "obrigado pelo feedback" repetido. Nota baixa é a exceção: essa o agente sinaliza para um humano responder, porque resposta ruim a crítica pública faz mais estrago que a crítica.
Ele acabou de dizer que gostou. É o único momento em que pedir indicação não é chato — é natural. Alguns dias depois da avaliação, o agente volta e pede: conhece alguém passando por isso? Oferece uma recompensa e manda uma mensagem pronta para a pessoa só encaminhar.
Quem chega por indicação entra no funil já marcado com o nome de quem indicou. Quando fecha, o sistema avisa você para entregar a recompensa — e ninguém precisa controlar isso numa planilha.
Não depende de campanha, de mutirão nem de alguém lembrar. Todo cliente que passa pela sua empresa entra nessa sequência. É assim que a reputação vira acúmulo em vez de esforço.
Quem procura clínica, dentista ou prestador de serviço lê as avaliações antes de ligar. Empresa boa com poucas avaliações perde para empresa mediana com muitas — não por ser pior, mas por parecer. E quem chega por indicação chega decidido, sem pechinchar e sem comparar orçamento. Avaliação e indicação são os dois únicos canais que ficam mais baratos com o tempo, não mais caros.
Quem pesquisa por você encontra a ficha com horário, endereço e telefone corretos. As mensagens que chegam por lá caem no mesmo painel do WhatsApp, e não ficam sem resposta.
Instagram, Facebook, LinkedIn e TikTok no mesmo lugar. Você programa a semana inteira de uma vez e o sistema publica na hora marcada.
Quem comenta no post ou manda direct entra no funil como qualquer outro contato, com histórico e acompanhamento. Nada se perde na caixa de mensagens.
Quantas avaliações entraram no mês, qual a nota média, quantas indicações viraram cliente e quem são os clientes que mais indicam. Dá para saber quem merece atenção especial.
A maior parte dos softwares chega com um jeito pronto de trabalhar e obriga a empresa a se encaixar nele. Aqui é o inverso: primeiro a gente entende como você já trabalha, depois monta o sistema em cima disso.
Reunião para mapear como o cliente chega até você hoje, quem atende, o que é falado, em que ponto ele costuma sumir e como o fechamento acontece. Sem propor nada ainda — só escutar.
Seu funil vira as etapas que você já usa, com os nomes que a sua equipe já fala. A comunicação mantém o seu tom. Se você atende de um jeito que funciona, o sistema aprende esse jeito.
Você e a equipe usam com cliente real, e a gente acompanha de perto. O que não encaixou é corrigido na hora, não vira chamado de suporte.
Ao fim do mês, com tudo funcionando do seu jeito, você avalia se faz sentido continuar. Se não fizer, devolvemos o valor e não há implantação a pagar.
Não é uma call de boas-vindas e sumimos. São encontros ao longo das quatro semanas, com você e com quem vai operar no dia a dia, até o sistema estar rodando do jeito que a sua operação pede.
Todo cliente recebe acesso a uma área de aprendizado com vídeos e materiais, para usar quando quiser e quantas vezes precisar. Funcionário novo entra e aprende sozinho.
Do básico ao avançado: funil, atendimento, agenda, relatórios. Cada função com um vídeo curto e direto, sem enrolação.
Trilha para aprender a operar as ferramentas de IA que fazem parte da rotina — como conversar com elas, o que pedir e como aproveitar de verdade no trabalho.
As plataformas comerciais que entram na operação: automação, disparo, integrações. Tudo explicado do ponto de vista de quem vai usar, não de quem programa.
Como conduzir um atendimento, quando fazer follow-up, o que dizer para quem sumiu. Método, não só botão.
Espaço para trocar experiência com outras empresas que usam a Beriva. O que funcionou para um costuma servir para o outro.
A biblioteca cresce com o tempo. Recurso novo no sistema entra com aula nova, sem custo adicional.
Isso resolve o problema que quase todo sistema tem
A ferramenta é comprada, ninguém aprende a usar direito, e seis meses depois ela vira mais um custo abandonado. Aqui a equipe é treinada, e o treinamento fica disponível para sempre.
Coisas que na maioria dos concorrentes ou não existem, ou são cobradas por fora.
Conectamos o CRM ao ChatGPT, Claude ou Gemini que você já usa. Você pergunta e manda fazer por áudio, e o sistema executa.
Android e iPhone. Você responde cliente, vê o funil e confirma agenda de onde estiver, sem depender do computador. A equipe inteira também.
Integra com o Google Agenda que você já usa. O que é marcado na conversa aparece na sua agenda, e o que você bloqueia lá some da disponibilidade aqui.
A equipe toda no mesmo sistema, cada um com o seu acesso e o seu histórico. Precisou de mais gente, o pacote adicional custa bem menos que a licença avulsa da maioria dos CRMs.
Não é te dar o login e desejar sorte. A gente monta o funil, conecta o WhatsApp e configura as automações junto com você.
Você começa com fluxos que já rodaram em operação real, com cliente de verdade. Não é template genérico baixado da internet.
Todos os dias, com quem conhece a sua conta. Sem fila de chamado e sem robô te mandando ler artigo de ajuda.
Cada linha abaixo é um sistema diferente no mercado, com uma mensalidade diferente.
| Funcionalidade | Separado | Na Beriva |
|---|---|---|
| CRM e funil de vendas | R$ 500/mês | incluso |
| Atendimento multicanal | R$ 400/mês | incluso |
| Automação de follow-up | R$ 500/mês | incluso |
| Disparo e e-mail marketing | R$ 500/mês | incluso |
| Agendamento e lembretes | R$ 300/mês | incluso |
| Site e páginas de captura | R$ 200/mês | incluso |
| Relatórios e painéis | R$ 300/mês | incluso |
| Telefonia com gravação | R$ 450/mês | incluso |
| Agendamento de posts | R$ 350/mês | incluso |
| Usuários da equipe | R$ 90 por pessoa | 5 inclusos |
| Implantação feita por gente | não existe | incluso |
| Total | R$ 3.500/mês | R$ 1.000/mês |
Você testa por um mês inteiro antes de pagar qualquer implantação.
Nada disso é obrigatório e nada disso entra no plano inicial. Está aqui para você saber até onde a estrutura vai, quando fizer sentido.
Responde no WhatsApp e no Instagram, qualifica o contato, tira dúvida e marca na agenda — inclusive de madrugada e no fim de semana. É o que transforma mensagem perdida em consulta marcada.
Um espaço fechado para os seus clientes, com vídeos, materiais e fórum de troca. Serve para curso, acompanhamento em grupo ou programa de fidelização. A plataforma já suporta, é só ativar.
Um agente que vai atrás de quem pediu orçamento e sumiu, de quem não volta há meses, de quem faltou e nunca remarcou. Costuma ser o serviço que se paga mais rápido.
Se você tem software próprio de agenda, prontuário ou gestão, dá para conectar. O agente passa a marcar direto lá, sem ninguém digitar duas vezes.
Cada ligação vira registro na ficha do cliente, com gravação e resumo do que foi tratado. Ninguém mais depende de anotação no papel ou de memória.
O painel já vem conectado no plano. Se quiser que a gente crie, acompanhe e otimize as campanhas, isso é serviço à parte, com escopo e preço definidos antes.
Você não precisa decidir nada disso agora.
Comece pelo plano base. O resto entra quando a operação pedir — e não antes.
O agente de atendimento inicial, a ficha do Google, o pedido de avaliação e a publicação nas redes já vêm no plano. Os itens abaixo são agentes especializados, cada um para uma tarefa específica, contratados só se fizerem sentido para o seu caso.
Confirma a consulta dois dias antes, remarca quem não pode vir e oferece o horário que vagou para quem está na fila.
Vai atrás da base parada: quem pediu orçamento e sumiu, quem não volta há meses.
Acompanha depois da entrega: retorno, aniversário, pesquisa de satisfação.
A ferramenta está inclusa no plano. Campanha para base grande tem custo de envio à parte.
O painel vem configurado no plano. Criar, acompanhar e otimizar campanha é serviço à parte.
Filtra quem vale a conversa antes de chegar no comercial. Sua equipe fala só com quem tem perfil, orçamento e momento certo.
Pergunta como foi, separa satisfeito de insatisfeito, convida para avaliar, responde as avaliações e depois pede indicação com recompensa — controlando quem indicou quem.
Se a equipe passar de cinco pessoas, você amplia sem trocar de plano.
Régua de pós-operatório, resgate de paciente que sumiu há anos, confirmação e remanejamento de horário que vagou, transcrição de ligação virando nota no prontuário, conciliação de agenda e painel de indicadores. Tudo isso já roda numa clínica de verdade, não é protótipo.
Antes de virar produto, tudo isso foi construído e testado em duas clínicas reais, com paciente de verdade, dinheiro de verdade e erro de verdade.
Agente atendendo no WhatsApp e marcando direto no sistema da clínica. Régua de reengajamento para paciente que sumiu, confirmação de consulta, conciliação diária da agenda e transcrição de ligação virando registro no prontuário.
Operação comercial própria, com funil separado, resgate de orçamento parado e acompanhamento de quem não compareceu à primeira consulta. Mesma estrutura, configurada para outro tipo de procedimento e outro ciclo de decisão.
Administrador com ênfase em sistemas comerciais, há mais de oito anos à frente da gestão de uma clínica de grande porte em Belo Horizonte.
Passei anos vendo paciente sumir por falta de retorno, orçamento morrer no vácuo e informação se perder porque ninguém teve tempo de anotar. Não achei um sistema que resolvesse isso do jeito que a operação precisava, então construí.
Antes disso eu tentei resolver pelo time. Foram anos de treinamento de equipe comercial, um atrás do outro, sempre esbarrando na mesma parede: quem aprendia ia embora, entrava outro, e o processo voltava para a estaca zero. Nunca consegui uma performance comercial que fosse consistente e que durasse — não por falta de gente boa, mas porque tudo dependia da memória e da disposição de quem estava ali naquele dia.
A Beriva é esse sistema, já validado na prática, agora disponível para quem passa pela mesma dificuldade.
Não é vendedor de software lendo roteiro. É quem já montou escala de secretária, brigou com taxa de falta e teve que explicar para o dono por que o faturamento caiu.
As aulas do portal e as reuniões do primeiro mês são conduzidas por quem usa o sistema todo dia, não por um time de suporte que nunca atendeu um cliente.
Mensagem duplicada, agente que insiste demais, automação disparando fora de hora. Tudo isso já aconteceu na nossa operação e já foi corrigido — você não precisa passar por isso.
A estrutura é a mesma. O que muda é como ela é configurada para o seu caso. Clique no seu ramo para ver o que trava por lá.
Escolha um ramo acima para ver o gargalo mais comum e o que o sistema faz com ele.
Paciente que sumiu volta a ser chamado, o retorno é lembrado sozinho e a agenda para de ter buraco por falta. Tudo registrado na ficha, do jeito que a clínica precisa.
Orçamento enviado não morre no vácuo: o sistema acompanha, lembra e traz o cliente de volta. Você sabe o que está parado sem precisar procurar.
Clique na pergunta para abrir a resposta.
Leia também: CRM para clínicas: como não perder pacientes no WhatsApp
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